Mensagens

Final de ano

Ainda estou longe de ser a pessoa que gostaria de ser. Ainda me desiludo com quem mais teria eu para dar. Mas aprendi que é importante reconhecer a experiência e vislumbrar cada prova como um degrau que nos permite avançar e evoluir enquanto seres humanos. Perante as situações adversas ou menos boas, não há grandes opções. Ou avançamos com optimismo ou estagnamos com pessimismo. A vida é curta para nos derrubarmos com as tristezas. Por isso, toca a avançar. Acompanhar-nos-á quem quiser e/ou tiver de ser.

O que aprendi com o yoga

Imagem

Quase 2016

Imagem
Três dias para a passagem de ano. Não há muito a dizer. Não há mais a refletir, pelo menos por agora. É deixar correr, aguardar e abdicar se for caso disso.

Véspera de Natal...

Véspera de Natal.... Devia acabar o post que está pendente (Pequenas e Grandes Descobertas - Parte II), mas não será ainda hoje. Este é um tempo de reflexão, sobre o que se passou e quem somos nós hoje, tempo presente.  Mesmo que o resto estivesse igual, só pelo facto de o meu avó já não estar aqui connosco, não poderei afirmar que está tudo na mesma. Nada está na mesma! Vislumbro o Cartaxo como uma terra estranha e, por momentos, esqueço tudo o que vivi lá nos primeiros 18 anos da minha existência. Apesar disto, não choro. Deveria chorar, pergunto-me? Deveria sofrer mais? Que pessoa serei eu se não choro? Bolas, às vezes não conheço esta Lídia, e fico expectante a aguardar a minha própria reação. Não sou a mesma pessoa de há um ano, claramente. Nem a mesma pessoa de há dois anos. Pela primeira vez consigo sentar-me no meio de uma sala vazia, escura e mesmo que só oiça a minha respiração, não me sinto sozinha. Estranho! Será que começo a sarar? Não sei o que a vida me tr...

Pequenas e Grandes Descobertas - Parte 1

Imagem
Há algum tempo que ando para escrever este post. No entanto, tenho tido algumas dificuldades. Admito, tenho sido vencida pela preguiça. Uma vez que o fim de ano se aproxima, se calhar faria sentido em colocar no topo das minhas resoluções para 2016 o "Deixar de ser preguiçosa". Ou, vai daí, ainda é um trabalho muito ambicioso e é preciso ir com calma. Chamemos-lhe "trabalho para a vida". Quem me conhece talvez já te tenha apercebido da frequência com que utilizo esta expressão. Acho que a tomada de consciência da nossa existência nos faz reconhecer que tudo é um processo contínuo de avanços e retrocessos. Daí um trabalho que durará toda a nossa existência. É disto mesmo que pretendo falar hoje. E para exemplificar as minhas divagações, que insisto eu em pensar que haverá alguém interessado em saber, focarei em duas pequenas e grandes descobertas:  YOGA e COMIDA. Amo os dois de paixão!!! :) Um alimenta-me a alma, o outro o corpo. Não posso viver se não ingerir...

Às vezes

Imagem
Às vezes deixam-te, abandonam-te e não sofres pela ausência. Às vezes a complacência magoa-te mais do que palavras rudes. Às vezes nem aquilo que mais amas fazer te vai consolar. Às vezes corres as cortinas de um quarto vazio e pesa a solidão. Outras vezes não. Assim é a vida... Tenho aprendido a relativizar mais o que sinto do que o que creio dever ser a vida. Por mais árduo que seja moldar os instantes de sorrisos e lágrimas, descubro que até isso pode ser mais controlável do que o que ganha forma fora de nós. E assim, hoje, só por hoje, está tudo bem. Mesmo que não esteja, digo que está tudo bem. E hoje não choro, porque não há vontade. E não rio, porque ainda há menos vontade para isso. E haverá o momento em que o fluir da respiração (breath in, breath out), me fará esquecer tudo isto... antes de eu me voltar a relembrar, inevitavelmente. Que interessa lamentar pelo que é ou pelo que não é? De que vale agarrarmo-nos a uma mão cheia de tão pouco? Porquê preocupar-me qu...

AMOR

Imagem
O Amor cura tudo e para tudo serve. Não me refiro ao amor homem-mulher, ou pelo menos não apenas esse. Mas Amor de forma geral, em sentido colectivo e abrangente. Amor puro e desinteressado. Amor que nos faz ter compaixão e não ficarmos indiferentes à tristeza dos outros. Nos tempos que correm, em que o mundo enlouquece a passos largos e a comunicação social faz questão em nos relembrar que fazemos parte deste mundo de loucos, cada vez é mais importante recorrer a este sentimento, na esperança que sirva de impulso para uma ação consciente mantendo o foco na mudança positiva. E, pegando na música dos Metallica, "nothing else matters". Nada mais interessa mesmo, senão um coração cheio de vontade altruísta. Pelo menos, assim quero pensar. De outro modo, o que resta?!...