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Vai um copo

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A bebida tem algo de interessante. Solta-nos, liberta-nos. Dizem que manifestamos quem realmente somos. A minha figura nada tem de triste e muito menos me envergonha. Descubro que sou capaz do maior altruísmo porque no meio da minha felicidade, desejo que todos os outros também o sejam. Se esse é o meu lado bom, espero honestamente que se manifeste mais vezes, com ou sem álcool à mistura.

Por mais momentos destes...

Conselhos [Excertos]

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Ser responsável pela minha felicidade: “(…) não tenho de receber todas as coisas que quero para ser feliz porque serei suficientemente forte para me adaptar à vida sem elas. Significa que a minha felicidade é da minha exclusiva responsabilidade; não depende do que acontece, mas, contrariamente, do modo como observo e me adapto ao problema. Sei e acredito que posso tirar o melhor partido de uma qualquer situação porque tirar o melhor partido dessa situação é inteiramente da minha conta.” (P. 97)   Amor próprio: “Se não consigo gostar de mim, não consigo amar o mundo. Se não consigo gostar de mim, não consigo amar os outros porque não sinto felicidade no meu coração. (…) Gostarei de mim porque olho o mundo com amor. Amarei todas as criaturas que encontrar porque sei que todas as coisas têm o seu lugar neste mundo. Amarei a natureza porque é bela e sempre diferente. Amarei o mundo porque isso o transformará num lugar melhor.” (P. 101)

Junho

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Bem vindo mês de junho. Que sejas de renovação e esperança! 

Gosto [Ao som da Natureza]

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Excerto de um post de 2012. Fico feliz em saber que há coisas em mim que não mudam :) " Gosto de sentir o vento, gosto de ouvir a chuva, gosto do som melancólico que me envolve e me abraça... Som tão diferente do barulho dos carros, do trânsito, das teclas do computador, do pousar do auscultador, do abrir e fechar de portas e dos passos apressados…."

Autenticidade!

Há alguns anos uma grande amiga minha sugeriu-me a leitura do livro de Neale Donald Walsch, “Conversas com Deus”.  Já não me recordo de grande parte do livro (confesso!) mas lembrei-me hoje de um excerto: “O ser humano não necessita de nada exterior a si mesmo”. Mais de 10 anos passaram desde que li o livro e admito que, sobretudo por tudo o que aprendi desde essa altura, esta frase não me surpreende verdadeiramente. O que é surpreendente é o facto de eu hoje conseguir entender isso com o coração e não apenas com a razão. Uma coisa é tentarmo-nos convencer a nós mesmos que somos suficientes e que a genuína felicidade só poderá vir de dentro. Outra coisa é não nos tentarmos convencer de nada porque naturalmente sabemos que é verdade. Ter presente isto minimiza a dor da perda ou ausência e ajuda a diminuir sobremaneira a necessidade excessiva de validações exteriores. Acima de tudo liberta-nos para sermos quem somos. Sim! A beleza da autenticidade!

Sonho

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Sei o que faço e sei por que o faço. O maior desafio, a meu ver, é viver com as consequências da ação e da escolha que, acredito, não são boas nem más mas sim inevitáveis. Escolher sem medos. Decidir sem grandes demoras. E, por fim, aceitar sem lamentos. Seguir em frente mesmo que nada mais reste a não ser o sonho.  E se tudo falhar que não me falte a capacidade de continuar a sonhar!

O ser humano que se basta a si mesmo

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“As coisas vêm e vão constantemente: essa é a lei da natureza. É preciso reconhecer que nada daquilo que chamamos nosso é realmente nosso. (…) O apego e a identificação com aquilo que considero meu, e a tristeza que se segue quando perco o meu são conseqüências da ignorância existencial. Então, “perfeição na ação”, como ensina a Bhagavad Gita, significa desligar-se da tristeza e as demais formas que o sofrimento assume, através da compreensão daquilo que verdadeiramente sou. Esse é o verdadeiro sentido do Yoga: união com o que se é, e separação daquilo que não se é. (…) É bom lembrarmos que já somos toda a felicidade que procuramos. (…) O ensinamento essencial dos Vedas, resumido na afirmação tat tvam’asi, “você é Isso”, ou o ser individual é idêntico ao Ser ilimitado, deve ser compreendido e aceito se quisermos uma vida tranquila, apesar as dificuldades inerentes a qualquer existência humana.” Pedro Kupfer http://www.yoga.pro.br/artigos...

Bom dia !!!!!

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Valorizamos muito pouco o que temos. Enquanto nos guiamos pela expectativa do mais que podíamos ter, ignoramos a beleza do acto de respirar, de termos pernas para andar, de sermos brindados com dias de sol ou com o chilrear dos passarinhos… As minhas palavras podem parecer um pouco folclóricas, mas acredito que a tomada de consciência do que é, de facto, importante é meio caminho andado para a felicidade. Trata-se de estarmos presentes na vida e sermos gratos pelo presente que é a vida.