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A Arte - Museu Nacional de Arte Popular

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Será?

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“ A ciência é mais do que um corpo de conhecimento, é um modo de pensar. Tenho um pressentimento sobre a América do Norte dos tempos de meus filhos ou de meus netos (…) quando, agarrando os cristais e consultando nervosamente os horóscopos, com as nossas faculdades críticas em decadência, incapazes de distinguir entre o que nos dá prazer e o que é verdade, voltaremos a escorregar, quase sem notar, para a superstição e a escuridão.” Carl Sagan, O Mundo alimentado pelos demónios (Imagem retirada da net, pode ter direitos de autor)

Pouco a pouco... - Visitas, tomadas de consciência e decisões

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Ainda não estou lá.... "Lá", esse ponto pouco definido que talvez nem seja o principal. As aulas de aéreos têm-me ensinado algo importante, a priorizar mais o processo, a caminhada, e não tanto a meta. A meta acaba por ser sempre efémera, porque mal a atingimos surgirá logo um novo desafio, uma nova ambição, um novo crescendo. Por isso, o processo em si, entre o ponto de partida e o suposto ponto de chegada, é tão mais importante. Entretanto, tomei novas decisões que ainda não consegui colocar completamente em marcha. Porque funciono melhor com prazos definidos, vou iniciar o processo de desmame das redes sociais que conto que esteja concluído no final do ano.  Isto é algo que já há muito tempo pretendo fazer. A meu ver as redes sociais têm mais desvantagens do que vantagens. Estão repletas de toxicidade e eu própria reconheço que, na maioria das vezes, ando em busca de validação exterior. Não quero mais isso! Não quero ser a pessoa que precisa disso! Gradualmente, vou substi...

Europa, para onde caminhas tu? #Notícias

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Tambor

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Contrariamente à semana passada, domingo começou nebuloso e tem-se prolongado pela 2ª feira adentro. É o tempo dos mistérios, da natureza em suspiro. Ontem passei perto de Pedrógão para levantar uma encomenda muito especial, o meu tambor. O processo em si não foi assim tão especial ou pelo menos não correspondeu ao que tinha imaginado. Como tudo na vida, as coisas vêm na altura e moldes certos, apesar de todas as ilusões que possamos criar. Gostei de conhecer pessoalmente o João, o artesão que lhe deu vida. Quando falei com ele percebi que a sua energia era muito diferente do comum. É uma alma que vive em comunhão com a natureza, o que contrasta imenso com a confusão caótica da capital. Perguntou-me que fazia eu da vida. Falei-lhe da minha profissão salientado firmemente que sei que a minha alma deseja algo bem diferente. Sorriu então e enquanto apertava as cordas para puxar a pele do tambor disse-me: "sabes, é uma escolha tua!" Respondi afirmativamente como quem sabe bem que...