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Aceitar o que é como é e como vem!

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"I no longer force things. What flows, flows. What crashes, crashes. I only have space and energy for the things that are meant for me." (Unknown)

Vou-te contar um segredo!

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Vou-te contar um segredo! Pouco importa o que pensam a teu respeito. Pouco importa o valor que te dão ou o valor que te querem retirar. Pouco importa se te enaltecem ou se te querem diminuir. Pouco importa se te admiram ou se te invejam. Pouco importa se te apoiam ou se te ostracizam. Fora a hipotética necessidade que sintas em ter a aprovação de outras pessoas, tudo o que possam indagar a teu respeito não tem de ter qualquer efeito em ti. Quando abandonamos a necessidade de ser alguma coisa, tornamo-nos no que somos verdadeiramente e o verdadeiro "EU" não segue modas nem opiniões alheias. Acima de tudo este "EU" não se subjuga a ser o que não é. Permite-te a viver a tua verdade e a viver em verdade. E permite que outros façam o mesmo.  #respeito #amorpróprio #coragem #humanidade #aceitação #crescimento #aprendizagem #sravaka #sravakablog

Há dias em que é assim...

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Há dias em que é assim... E não há melhor refúgio do que a nossa cama, nem melhor abraço do que a nossa almofada, nem melhor luz do que o escuro do nosso quarto. Não temos de estar bem todos os dias. Não temos de ser corajosos todos os dias. Não temos de sorrir todos os dias. Não temos de estar no nosso melhor todos os dias. E está tudo bem!

Por aqui...

Por aqui me busco... Por aqui me acho... Por aqui me fico...

Das saudades e não saudades

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Sinto saudades mas não sinto saudades. Sinto saudades dos momentos em que me senti livre, das risadas, do convívio, das jantaradas, dos comes e bebes, das partilhas, das palavras. Mas não sinto saudades de tudo aquilo que não me permitia que eu fosse eu mesma. É curioso como, por vezes, necessitamos de nos ver privados de alguns bens, pessoas e situações - o que dávamos como adquirido - para percebermos de que, no meio da azáfama, já tínhamos perdido a nossa voz. Mas no silêncio ela é audível. Parece um sussurro de fora e leva algum tempo até percebermos que nos encontramos em diálogo sincero connosco próprios. Este tempo é difícil mas é uma oportunidade, para alguns talvez a derradeira, de nos vermos, ouvirmos e sentirmos com genuína atenção e gentileza o bater do nosso próprio coração. Sim, sinto saudades de algumas coisas mas não tenho saudade alguma de não ser eu.

Portas do Sol

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Sempre que tenho de vir a Lisboa, aproveito para fazer parte do percurso a pé. Para mim, caminhar é das maiores e melhores terapias. É a minha meditação em movimento. Apesar de já ter uma série de percursos mais ou menos definida, o resultado nunca é o mesmo. Às vezes desvio-me do plano original. Às vezes canso-me mais, ou menos. Nem sempre consigo apaziguar o meu desconforto interior, mas vale a pena pelas vezes em que o consigo fazer. As caminhadas têm algo de interessante. Passamos pelos mesmos sítios repetidamente mas as lembranças que vamos criando são sempre novas. E aquela pessoa que passou ali há um ano, já não é a mesma que hoje se apresenta. P. S. Ao fundo o nascer do sol visto das Portas do Sol 🙏🌻🌅 sem filtros

Sintra - Até ao meu regresso 💓

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